A diferença de preços praticados na orla de Copacabana tem gerado revolta entre banhistas e reacendido o debate sobre o tabelamento de produtos vendidos nas praias do Rio. Em um depósito de bebidas a apenas um quarteirão da orla, o coco gelado é vendido por R$ 8. Seguindo pela mesma rua até o calçadão, o mesmo produto passa a custar R$ 13. Alguns metros adiante, caminhando pela orla, o banhista volta a encontrar o coco por R$ 8.
Nas promoções, a discrepância é ainda maior. Enquanto em um ponto dois cocos são vendidos por R$ 15, em outro os mesmos dois chegam a custar R$ 25. A variação significativa de valores em um curto espaço tem sido apontada como o principal motivo para a aprovação, por parte dos frequentadores das praias, da proposta de tabelamento de preços.
Diante da repercussão, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmou que estuda a possibilidade de estabelecer valores de referência para produtos comercializados nas praias cariocas. O anúncio foi feito nas redes sociais após reportagem de O GLOBO denunciar a cobrança de preços considerados abusivos na orla da cidade.
A discussão envolve consumidores, comerciantes e o poder público, e levanta questionamentos sobre equilíbrio entre livre comércio, fiscalização e proteção do consumidor em um dos principais cartões-postais do Rio de Janeiro.
📍 Copacabana – Zona Sul do Rio
⛱️💸 VARIAÇÃO DE PREÇOS NA ORLA DE COPACABANA REACENDE DEBATE SOBRE TABELAMENTO
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